O que é o AMALIA, como começou e para que serve a IA portuguesa?

Atualizado em agosto de 2026 · Guia completo sobre o modelo português de inteligência artificial

Para perceber o que é o AMALIA, é importante começar por afastar uma ideia: não se trata de um novo chatbot português criado para concorrer diretamente com o ChatGPT. O AMALIA é uma família aberta de modelos de inteligência artificial, desenvolvida com prioridade para o português europeu e pensada para servir de base a aplicações públicas, científicas e empresariais.

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O AMALIA em três respostas

O que é? Uma família de modelos de inteligência artificial, com componentes de linguagem, visão, fala e segurança, desenvolvida com foco no português europeu.

Como começou? O projeto foi anunciado em novembro de 2024, durante a Web Summit, e formalizado através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 201/2024.

Para que serve? Para criar assistentes, sistemas de pesquisa, aplicações educativas, ferramentas culturais, serviços públicos e soluções empresariais adaptadas à realidade portuguesa.


Em resumo: o AMALIA é uma infraestrutura tecnológica aberta sobre a qual outras entidades podem desenvolver produtos e serviços.

Anúncio inicial Novembro de 2024

Apresentado durante a Web Summit, em Lisboa.

Modelo linguístico 9 mil milhões

Parâmetros no principal modelo de linguagem da família.

Investimento 7 milhões €

5,5 milhões iniciais e mais 1,5 milhões previstos até 2027.

Licença Apache 2.0

Permite utilização, adaptação e criação de soluções derivadas.

O que é o AMALIA?

O AMALIA é uma família de modelos de inteligência artificial criada por um consórcio de universidades, centros de investigação e entidades públicas portuguesas. A sua principal particularidade é o foco no português europeu, uma variante menos representada nos grandes modelos internacionais.

De acordo com a Resolução do Conselho de Ministros que formalizou o projeto, AMÁLIA significa Assistente Multimodal Automático de Linguagem com Inteligência Artificial. A comunicação mais recente utiliza sobretudo a designação AMALIA, sem acento.

Um modelo deste tipo consegue processar e gerar linguagem natural. Pode responder a perguntas, resumir textos, explicar conceitos, traduzir conteúdos, gerar código e servir como componente de sistemas mais complexos.

A diferença principal: o AMALIA é um modelo que pode ser integrado numa aplicação. Não é, por si só, uma aplicação completa para o utilizador final.

O AMALIA é o ChatGPT português?

Não. O ChatGPT é uma aplicação completa, com uma interface de conversa, alojamento, pesquisa, ferramentas, voz, gestão de ficheiros e outros serviços. O AMALIA é uma base tecnológica que uma entidade pode utilizar para construir uma aplicação própria.

Característica AMALIA ChatGPT
Tipo de solução Família aberta de modelos de inteligência artificial Aplicação e serviço comercial de inteligência artificial
Utilização imediata Exige normalmente instalação ou integração técnica Disponível através de uma interface pronta a usar
Foco Português europeu e contexto nacional Utilização generalista e multilingue
Acesso aos pesos Disponibilizados publicamente Não disponibilizados através do ChatGPT
Instalação própria Possível com infraestrutura adequada O serviço é operado pelo respetivo fornecedor
Adaptação Pode ser afinado e integrado em soluções próprias Personalização limitada às funções disponibilizadas pelo serviço

Porque se falou num “ChatGPT português”?

A expressão ajudou a explicar o projeto ao público, mas criou a expectativa de que seria lançado um chatbot generalista de acesso direto. O objetivo oficial é diferente: disponibilizar modelos abertos que possam servir de base a várias aplicações.

Como começou o AMALIA?

A origem pública do AMALIA remonta a novembro de 2024. Durante a Web Summit, em Lisboa, o Governo anunciou que Portugal iria desenvolver um modelo de linguagem próprio, treinado com atenção à língua e à cultura portuguesas.

O objetivo passava por criar um ativo tecnológico que pudesse reduzir a dependência exclusiva de modelos estrangeiros e apoiar a investigação, a Administração Pública, as empresas e a sociedade.

A formalização do projeto

O desenvolvimento foi formalmente aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 201/2024, de 30 de dezembro.

A resolução definiu:

  • os objetivos estratégicos do projeto;
  • o investimento inicial;
  • o calendário de desenvolvimento;
  • as responsabilidades das entidades envolvidas;
  • a criação de um comité de acompanhamento;
  • a disponibilização do modelo em formato aberto.

A Fundação para a Ciência e a Tecnologia ficou responsável pela operacionalização e pela coordenação do desenvolvimento junto dos centros de investigação. A Agência para a Modernização Administrativa ficou responsável pela gestão e pela futura disseminação da iniciativa.

O investimento

O desenvolvimento inicial representou um investimento público de 5,5 milhões de euros, financiado através do Plano de Recuperação e Resiliência.

No lançamento público de julho de 2026, foi anunciada uma nova fase até 2027, com mais 1,5 milhões de euros destinados à evolução do modelo e da infraestrutura associada.

Quem desenvolveu o AMALIA?

O projeto reuniu investigadores e especialistas ligados a universidades, centros de investigação e entidades públicas portuguesas.

O trabalho incluiu preparação de dados, treino dos modelos, criação de avaliações em português europeu, desenvolvimento de componentes multimodais, segurança e produção de documentação técnica.

A cronologia do projeto

Novembro de 2024

Anúncio público

O Governo anunciou na Web Summit a criação de um modelo português de linguagem com atenção à língua e à cultura nacionais.

30 de dezembro de 2024

Aprovação formal

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 201/2024 aprovou oficialmente o desenvolvimento do AMÁLIA.

2025

Desenvolvimento e testes

As equipas trabalharam nos dados, no treino, nas avaliações e nas primeiras versões dos modelos.

Março de 2026

Relatório técnico

Foi publicada a descrição técnica do modelo de linguagem, incluindo treino, dados e avaliações.

Junho de 2026

Componentes multimodais

O projeto divulgou recursos relacionados com visão, documentos, fala e salvaguardas.

1 de julho de 2026

Lançamento público

O Governo apresentou oficialmente o AMALIA e os modelos e recursos começaram a ser disponibilizados publicamente.

Para que serve o AMALIA?

O AMALIA serve como base para o desenvolvimento de aplicações de inteligência artificial adaptadas ao português europeu, às instituições nacionais e a necessidades específicas.

O projeto identifica aplicações na educação, na cultura, nos museus, nos media e na ciência. A natureza aberta dos modelos permite também a criação de soluções para a Administração Pública e para empresas.

Área Para que pode servir Cuidados necessários
Administração Pública Pesquisa de informação, apoio ao atendimento, resumo de documentos e preparação de respostas. Proteção de dados, supervisão humana e ligação a fontes oficiais atualizadas.
Educação Explicação de conceitos, preparação de aulas, guias de estudo e testes de treino. Verificação das respostas, proteção de menores e limites na avaliação automática.
Cultura e museus Guias virtuais, interpretação de documentos, descrição de imagens e pesquisa de património. Validação histórica, direitos de autor e controlo das fontes.
Ciência Pesquisa de literatura, resumo de documentos e explicação de conceitos científicos. Confirmação de referências e consulta das publicações originais.
Media Resumos, legendas, organização de informação e análise de grandes volumes de conteúdo. Verificação editorial, direitos de autor e risco de informação incorreta.
Empresas Assistentes internos, apoio ao cliente, pesquisa em manuais e automatização de tarefas. Custos de infraestrutura, segurança, manutenção e conformidade.

Exemplo empresarial

Uma empresa pode ligar o AMALIA aos seus manuais, procedimentos e documentos internos para criar um assistente que responda com base nessa informação.

Exemplo na Administração Pública

Um organismo público pode utilizar o modelo como componente de um sistema que ajude o cidadão a encontrar informação e a compreender procedimentos administrativos.

Que modelos fazem parte do AMALIA?

O AMALIA não corresponde apenas a um modelo de texto. O projeto disponibiliza uma família de componentes preparados para diferentes formatos de informação.

Texto

AMALIA Linguagem

Modelo preparado para conversar, responder a perguntas, resumir, traduzir, explicar conceitos, reescrever texto e gerar código.

Imagem e documentos

AMALIA Visão

Acrescenta capacidades de interpretação de imagens, reconhecimento de texto e diálogo sobre documentos visuais.

Áudio

AMALIA Fala

Permite trabalhar com gravações, transcrição e pedidos falados em português europeu.

Segurança

AMALIA Salvaguardas

Componente destinado a identificar determinadas solicitações potencialmente perigosas antes de serem enviadas ao modelo principal.

Onde conhecer e experimentar o AMALIA?

Existem duas páginas oficiais associadas ao projeto público. Existem também aplicações externas que utilizam os nomes Amália ou Anália e que não devem ser confundidas com os canais oficiais.

Página oficial

AMALIA no portal IA.gov.pt

Página governamental dedicada ao projeto português de inteligência artificial.

Visitar IA.gov.pt
Projeto oficial

Site técnico do AMALIA

Apresenta os modelos de linguagem, visão, fala e salvaguardas, assim como relatórios, avaliações, dados e recursos técnicos.

Consultar AMALIALLM.pt
Aplicação externa

Anália

Serviço externo orientado para a utilização de inteligência artificial em português.

Conhecer a Anália
Aplicação externa

IA Amália Chat

Serviço externo apresentado como um chat em português. Não deve ser confundido com os canais oficiais do projeto público.

Aceder ao AMALIA Chat

Não confundir os serviços

O portal IA.gov.pt e o site AMALIALLM.pt correspondem ao projeto público. A Anália e o IA Amália Chat são apresentados neste artigo como aplicações externas e não como canais oficiais do consórcio.

Como funciona o modelo de linguagem?

O principal modelo linguístico do AMALIA tem cerca de 9 mil milhões de parâmetros. O desenvolvimento partiu do EuroLLM-9B, um modelo europeu aberto, ao qual foi acrescentado treino orientado para o português europeu.

O processo incluiu três fases principais:

  1. Continuação do pré-treino: reforço de dados linguísticos e culturais relevantes para o português europeu.
  2. Treino de instruções: preparação do modelo para responder a pedidos, explicar, resumir e manter diálogos.
  3. Treino de preferências: comparação entre respostas para melhorar a utilidade e o alinhamento do modelo.

O AMALIA foi criado de raiz?

Não no sentido técnico mais estrito. O modelo linguístico foi desenvolvido a partir do EuroLLM-9B. O contributo português encontra-se na continuação do treino, nos dados, na especialização em português europeu, nas avaliações e no desenvolvimento dos restantes componentes.

Dados do Arquivo.pt

Uma parte dos dados adicionais usados no treino foi extraída e processada a partir do Arquivo.pt, incluindo páginas públicas e conteúdos de acesso aberto.

O objetivo consistiu em reforçar a presença de conteúdos em português europeu e melhorar o conhecimento do modelo sobre o contexto nacional.

Como foi avaliado?

Para avaliar o desempenho em português europeu, o projeto criou e adaptou conjuntos de testes próprios, além de recorrer a avaliações internacionais já estabelecidas.

Entre as áreas avaliadas encontram-se:

  • competência linguística em português europeu;
  • conhecimento cultural sobre Portugal;
  • distinção entre português europeu e português do Brasil;
  • resposta a perguntas académicas e educativas;
  • reconhecimento de texto em imagens;
  • interpretação conjunta de imagem e linguagem;
  • segurança e adequação das respostas.

Os resultados divulgados mostram melhorias em tarefas específicas de português europeu. Isso não significa que o AMALIA supere os maiores modelos internacionais em todas as situações.

Como podem as empresas usar o AMALIA?

A disponibilização pública dos modelos permite que empresas e startups criem produtos adaptados ao português europeu sem terem de desenvolver um modelo de linguagem desde o início.

Entre as oportunidades encontram-se:

  • assistentes ligados à documentação interna;
  • pesquisa em manuais e bases de conhecimento;
  • processamento e classificação de documentos;
  • apoio ao cliente em português europeu;
  • aplicações para educação e formação;
  • soluções para museus, arquivos e património;
  • transcrição e tratamento de áudio;
  • instalações privadas ou locais;
  • adaptação a terminologia setorial;
  • serviços de integração, segurança e avaliação.
O modelo, por si só, não é o produto. O valor empresarial surge da combinação entre o AMALIA, os dados, a interface, a integração, o conhecimento setorial, a segurança e o suporte.

O AMALIA é gratuito?

Os materiais do projeto estão disponíveis de acordo com a licença Apache 2.0. Esta licença permite a utilização, a modificação e a distribuição dos recursos, incluindo em contexto comercial, desde que sejam respeitadas as respetivas condições.

No entanto, um modelo aberto não representa uma solução sem custos.

Uma aplicação pode exigir investimento em:

  • servidores e capacidade gráfica;
  • alojamento e armazenamento;
  • desenvolvimento e integração;
  • segurança e controlo de acessos;
  • avaliação e monitorização;
  • tratamento e atualização dos dados;
  • manutenção técnica;
  • conformidade jurídica.

Quais são as vantagens e limitações?

Vantagens do AMALIA

  • Foco explícito no português europeu
  • Modelos e documentação públicos
  • Possibilidade de adaptação
  • Instalação em infraestrutura controlada
  • Componentes de texto, imagem e fala
  • Avaliações específicas para Portugal
  • Utilização como base para produtos próprios

Limitações do AMALIA

  • Não é uma aplicação pronta a usar
  • Exige conhecimentos técnicos
  • Pode produzir informação incorreta
  • Não pesquisa automaticamente na Internet
  • O conhecimento tem uma data de corte
  • É menor do que os principais modelos comerciais
  • Precisa de avaliação antes de cada utilização real

Pode inventar informação

Tal como outros modelos de linguagem, o AMALIA pode gerar factos incorretos, referências inexistentes ou conclusões que não são sustentadas pelas fontes.

Não tem conhecimento permanentemente atualizado

O cartão do principal modelo público indica uma data de corte de conhecimento em junho de 2024. Para responder sobre acontecimentos posteriores, a aplicação deve estar ligada a documentos ou fontes atualizadas.

Não pesquisa automaticamente na Internet

Uma aplicação pode ligar o AMALIA a motores de pesquisa, bases de dados ou documentos. No entanto, essas funcionalidades precisam de ser acrescentadas ao modelo.

Não garante conformidade jurídica

O facto de o modelo ter sido desenvolvido em Portugal ou poder ser alojado localmente não garante, por si só, o cumprimento do RGPD, do Regulamento Europeu da Inteligência Artificial ou das regras aplicáveis a cada setor.

Não deve decidir sozinho em contextos de alto risco

Saúde, recrutamento, justiça, crédito, avaliação escolar e outros contextos com impacto significativo exigem avaliação, controlo humano e medidas adicionais.

O que significa soberania tecnológica?

O AMALIA é apresentado como uma iniciativa de soberania tecnológica porque permite que entidades portuguesas acedam aos modelos, estudem a documentação, adaptem os pesos e executem a tecnologia em infraestrutura controlada.

Na prática, isso pode permitir:

  • reduzir a dependência exclusiva de serviços estrangeiros;
  • manter determinados dados dentro da organização;
  • adaptar o modelo ao contexto nacional;
  • criar produtos sem depender apenas de uma API proprietária;
  • reforçar a investigação e a capacidade técnica portuguesa.

Esta soberania não é absoluta. O projeto utiliza hardware, bibliotecas, modelos de base e investigação desenvolvidos em diferentes países. O ganho encontra-se sobretudo no acesso, no controlo e na capacidade de adaptação.

O AMALIA é melhor do que ChatGPT, Claude ou Gemini?

Não existe informação que permita concluir que o AMALIA é globalmente melhor do que os principais modelos comerciais.

Estes modelos internacionais têm maior dimensão, mais recursos, aplicações completas e equipas permanentes de desenvolvimento.

O AMALIA deve ser avaliado por critérios diferentes:

  • qualidade em português europeu;
  • abertura do modelo e dos recursos;
  • capacidade de adaptação;
  • possibilidade de instalação própria;
  • controlo sobre os dados;
  • custo de operação;
  • qualidade nas tarefas específicas de cada organização.

A comparação correta

O AMALIA não pretende substituir todos os modelos internacionais. A sua relevância está em oferecer uma alternativa aberta e especializada que possa servir para criar aplicações ajustadas à língua e à realidade portuguesas.

O que acontece a seguir?

O lançamento público dos modelos não encerrou o projeto. Está prevista uma nova fase de evolução até 2027, acompanhada por investimento adicional.

O impacto real dependerá agora da capacidade de transformar os modelos em produtos e serviços úteis.

Entre os indicadores que importa acompanhar encontram-se:

  • número de aplicações criadas;
  • adoção pela Administração Pública;
  • utilização por empresas e universidades;
  • qualidade face a modelos alternativos;
  • custos reais de operação;
  • contributos externos para os repositórios;
  • segurança em situações reais;
  • capacidade de manter os modelos atualizados.

Conclusão

Para responder à pergunta “o que é o AMALIA?”, a definição mais correta é esta: trata-se de uma família aberta de modelos de inteligência artificial, desenvolvida com foco no português europeu e pensada para servir de base a outras aplicações.

O projeto começou como uma iniciativa pública anunciada em novembro de 2024, foi formalizado no final desse ano e culminou na disponibilização pública dos modelos em julho de 2026.

O AMALIA pode servir a Administração Pública, a educação, a ciência, a cultura, os media e as empresas. O seu sucesso não dependerá apenas da qualidade técnica dos modelos, mas das soluções concretas que forem criadas sobre eles.

Em síntese

O AMALIA não é o ChatGPT português. É uma infraestrutura aberta que pode permitir a Portugal desenvolver aplicações de inteligência artificial mais ajustadas à sua língua, às suas instituições e às suas necessidades.

FAQ — Perguntas frequentes

O que é o AMALIA?

O AMALIA é uma família aberta de modelos de inteligência artificial desenvolvida com prioridade para o português europeu. Inclui componentes de linguagem, visão, fala e segurança.

Quando começou o AMALIA?

O projeto foi anunciado publicamente em novembro de 2024, durante a Web Summit, em Lisboa. O desenvolvimento foi formalizado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 201/2024.

Para que serve o AMALIA?

Pode servir de base a assistentes, sistemas de pesquisa, ferramentas educativas, aplicações culturais, serviços públicos e soluções empresariais adaptadas ao português europeu.

O AMALIA é o ChatGPT português?

Não. O ChatGPT é uma aplicação completa para o utilizador final. O AMALIA é uma família de modelos que pode ser integrada em diferentes aplicações.

Existe um chat oficial do AMALIA?

O lançamento oficial disponibilizou modelos e recursos técnicos, não um chatbot generalista de consumo comparável ao ChatGPT. Existem aplicações externas que utilizam os nomes Amália ou Anália, mas não devem ser confundidas com o projeto público.

É possível descarregar o AMALIA?

Sim. Os modelos e outros recursos estão disponíveis através dos repositórios públicos do projeto. A utilização exige conhecimentos técnicos e capacidade computacional adequada.

O AMALIA é gratuito?

Os materiais são disponibilizados com licença Apache 2.0. No entanto, o alojamento, a computação, a integração, a segurança e a manutenção podem ter custos.

O AMALIA foi criado de raiz?

O núcleo linguístico foi desenvolvido a partir do EuroLLM-9B, ao qual foram acrescentados dados, treino, avaliações e especialização orientados para o português europeu.

As empresas podem utilizar o AMALIA?

Sim. As empresas podem utilizar e adaptar os modelos, desde que respeitem a licença, os direitos sobre os dados utilizados e a legislação aplicável à solução final.

O AMALIA tem acesso à Internet?

Não por si próprio. Uma aplicação pode ligar o modelo à Internet, a documentos ou a bases de dados, mas essas funcionalidades têm de ser desenvolvidas separadamente.

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